O grupo atuava no Distrito Federal e em outras unidades da federação
Foto de divulgação
Quatro pessoas foram presas suspeitas de integrar uma quadrilha interestadual que roubava dados de clientes, instalando netbooks em caixas eletrônicos de agências do BRB - o prejuízo estimado é de R$ 7 milhões, entre julho de 2012 e o último sábado (3/8). Parte do dinheiro servia para alimentar as contas do PCC, maior facção criminosa de São Paulo, à qual o grupo é ligado.
Segundo a polícia, os acusados Jean Marques da Silva Euzébio, José Arthur Oliveira Gerônimo, Rafael Dias dos Santos e Mário de Oliveira instalavam netbooks em caixas eletrônicos do BRB para substituir o sistema do banco.
Eles agiam apenas em caixas localizados fora das agências; as máquinas eram mais vuneráveis ao esquema, já que não tinham cameras e a mesma segurança dos equipamentos internos . Até as imagens que apareciam nas telas dos caixas eram falsas.
Assim que o cliente realizava alguma ação no caixa, um modem 3G enviava as informações dessa vítima para quadrliha. Além de agir no DF o grupo também fraudava caixas em São Paulo e no Ceará.
Fonte: Correio Brasiliense
Foto de divulgação
Quatro pessoas foram presas suspeitas de integrar uma quadrilha interestadual que roubava dados de clientes, instalando netbooks em caixas eletrônicos de agências do BRB - o prejuízo estimado é de R$ 7 milhões, entre julho de 2012 e o último sábado (3/8). Parte do dinheiro servia para alimentar as contas do PCC, maior facção criminosa de São Paulo, à qual o grupo é ligado.
Segundo a polícia, os acusados Jean Marques da Silva Euzébio, José Arthur Oliveira Gerônimo, Rafael Dias dos Santos e Mário de Oliveira instalavam netbooks em caixas eletrônicos do BRB para substituir o sistema do banco.
Eles agiam apenas em caixas localizados fora das agências; as máquinas eram mais vuneráveis ao esquema, já que não tinham cameras e a mesma segurança dos equipamentos internos . Até as imagens que apareciam nas telas dos caixas eram falsas.
Assim que o cliente realizava alguma ação no caixa, um modem 3G enviava as informações dessa vítima para quadrliha. Além de agir no DF o grupo também fraudava caixas em São Paulo e no Ceará.
Fonte: Correio Brasiliense

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